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A avenida Aricanduva aparece na primeira posição no ranking de vias com maior número de roubos de veículos em São Paulo. Os dados são da SSP, (Secretaria de Segurança Pública) referentes aos meses de janeiro a outubro comparado ao mesmo período do ano de 2019, divulgados com base em boletins de ocorrência.

O estudo mostra ainda, os horários em que os crimes costumam acontecer. Os maiores índices foram registrados entre sextas-feiras e domingos. Cerca de 50% dos roubos. Segundo o estudo, 52% dos roubos acontecem entre as 18h e 00h.

Além da Aricanduva, outras três avenidas da zona leste aparecem na pesquisa sobre roubo de veículos, são elas: avenida Sapopemba, avenida Rageb Chohfi e avenida Jacú Pêssego.

Segundo a PM, essas regiões são conhecidas por suas lojas de auto-peças. Muitas delas funcionam como desmanches ilegais.

A PM ainda recomenda aos compradores sempre solicitar a nota fiscal de qualquer item em lojas de peças automotivas.

Ainda segundo dados da SSP, o número de casos registrados de roubo de veículos teve queda de 35,8% entre os meses de janeiro a outubro, comparados ao ano de 2019. Segundo a PM, a queda pode ter relação com a diminuição do movimento provocado pela pandemia do novo coronavírus.

Fonte: Secretaria de Segurança Pública
noticias.R7.com

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O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, voltou a afirmar na última quarta-feira (16) que, no Brasil, a campanha de vacinação contra o novo coronavírus poderá começar em fevereiro de 2021 caso os laboratórios farmacêuticos cujas vacinas estão em fase adiantada de produção cumpram todas as etapas burocráticas até o fim deste ano.

“Se mantido o que o Instituto Butantan e a Fiocruz previam, ou seja, se a fase 3 dos estudos e toda a documentação das fases 1 e 2 forem apresentados e os registros das vacinas forem solicitados à Anvisa ainda em dezembro, nós, possivelmente, teremos as vacinas em meados de fevereiro para dar início ao plano [de imunização]”, declarou Pazuello a jornalistas após participar do lançamento do Plano Nacional de Operacionalização da Vacina contra a Covid-19, no Palácio do Planalto, em Brasília.

Pazuello lembrou que, além do habitual trâmite de aprovação de medicamento, no qual a Anvisa precisa atestar a integral eficácia e segurança dos produtos a partir da análise minuciosa dos resultados de testes relatados pelos fabricantes, os laboratórios também podem pedir uma autorização para o uso emergencial, o que, se aprovado, lhes permitirá atender a um reduzido grupo de pessoas, conforme autorizado.

“O normal é o [processo de] registro em que, no caso de uma vacina produzida no Brasil, a Anvisa tem de avaliar toda a documentação e dar garantias da segurança do imunizante. Mas precisamos compreender que, dentro da pandemia, dada a velocidade de desenvolvimento de vacina, estamos diante de um outro modelo, que é o de uma autorização de uso emergencial que permita aos laboratórios distribuir vacinas a grupos específicos mesmo sem a conclusão dos testes clínicos e da avaliação de completa eficácia e de [possíveis] efeitos colaterais”, acrescentou o ministro, ainda sobre a vacinação, enfatizando que, nos Estados Unidos e no Reino Unido, o uso da vacina desenvolvida pela Pfizer foi autorizado em regime emergencial, antes que a empresa obtivesse o registro definitivo do produto.

Por Alex Rodrigues
Agência Brasil

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