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Vivemos em um tempo muito favorável, de facilidades e avanços. E tudo isso, graças às evoluções tecnológicas. As máquinas facilitam os trabalhos domésticos e especializados. A tecnologia nos trouxe uma ampliação do olhar e do conhecimento, jamais imaginado, e a internet nos conectou com tudo isso, inclusive nos aproximou de pessoas até já “esquecidas” em nossa memória.

É tão interessante poder pensar que hoje, através de uma busca, se pode encontrar um amigo de infância, um colega que estudou com você no ensino fundamental, e que juntos podem fazer memória daquele tempo, tudo de forma online. Outro grande benefício é a possibilidade de trabalho, de divulgação de um produto ou serviço pessoal, de ampliar seu campo de atuação, interação e conhecimento. Aliás, é graças às redes que você lê este texto!

A internet e as mídias sociais trouxeram tudo isso, que é muito bom! No entanto, fica a pergunta: como você tem se relacionado com essas tecnologias? Quanto tempo você tem investido ou desperdiçado diante da tela de um computador ou do seu smartphone? Qual é a primeira coisa que tem feito ao levantar da cama? Já observou que, nos últimos anos, você já levanta da cama com o celular na mão? Não consegue dormir com este pequeno aparelho longe do seu alcance, por ficar preso no discurso que precisa dele por conta do despertador?

No entanto, você esquece de observar, que ao longo de um dia inteiro, seu celular o acompanha como a própria sombra, sempre com uma desculpa diferente: “tenho que responder o whatsapp, estou trabalhando, estou pesquisando algo importante para comprar, estou resolvendo um problema, estou… estou… Estou dependente dessa coisa e não percebi”.

Essa relação é tão viciante e séria, que tem chamado a atenção de muitos, a ponto de surgirem até mesmo, novas doenças psicológicas, que creio, deva entrar na próxima edição do DSM (Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais). Isso tudo, porque, de fato, dentro do sistema cerebral, é acionado um mecanismo de recompensa, que gera prazer, durante o tempo gasto nessas operações. Afinal de contas, pesquisamos, ouvimos, assistimos, seguimos e nos relacionamos, apenas com aqueles que pensam como nós e estão alí nos “aplaudindo”, com seus comentários e curtidas.

A questão se amplifica e potencializa, quando a quantidade de tempo, curtidas, comentários e aplausos não são mais suficientes para gerar prazer. Daí, é preciso buscar mais, mais e mais… A melhor pose, a melhor frase, a informação mais quente, o mais… o mais… o mais… E assim, um novo mecanismo é acionado: a ansiedade!

Houve um aumento significativo do transtorno de ansiedade, em especial o TAG (transtorno de ansiedade generalizada), que é a ansiedade por tudo! Tudo me dispara ansiedade, inclusive a não reação imediata do whatsapp que enviei, da foto que postei, da pesquisa que realizei, da compra que efetuei. O dedinho está sempre ali, “stalkeando” alguma coisa e o aparelho ligado.

A questão é, como algo que é tão bom pode se tornar ruim, a ponto de gerar uma doença psicológica? Será que esta era a intenção daqueles que iniciaram esses projetos? Especialmente as mídias sociais? Essa questão foi levantada no documentário “Dilema das Redes”, que mostra todo o efeito das redes sociais no comportamento do ser humano e que provoca um olhar diante do espelho, dessa nossa relação com elas. Vale a pena assistirmos e revermos nossa postura. Nossos recursos tecnológicos são bons, mas devem ser usados com moderação!

Aline Rodrigues redes sociais


*por Aline Rodrigues: psicóloga, especialista em saúde mental e missionária da Comunidade Canção Nova. Atua com Terapia Cognitiva Comportamental; no campo acadêmico, clínico e empresarial.

 

 

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CINEMA: Depois de muitos adiamentos por conta da pandemia, o tão esperado filme “Viúva Negra” chegou simultaneamente nos cinemas e na plataforma de streaming Disney Plus no dia 09 de Julho.

Viúva Negra

O novo filme da Marvel Studios, dirigido pela Cate Shortland, trará o passado da heroína Natasha Romanoff. Quando uma conspiração perigosa ligada ao passado de Natasha surge, ela terá que lidar com sua antiga vida de espiã e também reencontrar membros de sua família que deixou para trás antes de se tornar parte dos Vingadores. Viúva Negra será o filme de despedida da personagem e também da atriz Scarlett Johansson no papel da protagonista, por conta disso a história introduz personagens importantes para a fase 4 da Marvel, como por exemplo, Yelena, a irmã mais nova de Natasha que também virou uma espiã e tem sua história contada nesse filme.
O filme conta com ótimos momentos de ação, uma narrativa feita com flashbacks e reviravoltas, o que faz o público se surpreender em alguns momentos e desejar ver mais sobre Natasha e todo seu passado como espiã.

Um Lugar Silencioso: Parte II

Para os fãs de terror e suspense, “Um Lugar Silencioso: Parte II” chegou ao cinema no dia 22 de Julho. Dirigido por John Krasinski, o filme se passa logo após os acontecimentos mortais do primeiro filme, a família Abbott precisa encarar o terror mundo afora, continuando a lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia.
Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, retornam aos seus papeis do primeiro filme.

O Charlatão

A distribuidora A2 Filmes lança nos cinemas “O Charlatão”, um longa de drama baseado em uma história real e dirigido por Agnieszka Holland. O filme conta a história de Jan Mikolasek, um herborista que dedicou a vida aos cuidados de pessoas doentes. Na virada do século 20, Mikolasek ganha fama e fortuna usando métodos de tratamento pouco ortodoxos para curar uma ampla gama de doenças.
O curandeiro aumenta a reputação e a riqueza durante a ocupação nazista e sob o regime comunista.
No elenco Ivan Trojan, Josef Trojan e Juraj Loj.

 

Luccas Callejon
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