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O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, sancionou nesta terça-feira (27) a lei que põe no fim da fila de vacinação quem se recusar a tomar o imunizante disponível no posto. A sanção foi publicada no Diário Oficial do município.
“Aquele que for retirado do cronograma de vacinação por recusa do imunizante será incluído novamente na programação após o término da vacinação dos demais grupos previamente estabelecidos”, diz o texto da lei.
Quem se recusar a tomar a vacina disponível irá assinar um termo de recusa, que será anexado ao cadastro único do paciente na rede municipal de saúde, para que não consiga se vacinar em outro posto.

fim da fila para sommelier de vacina
O texto é de autoria do vereador e médico Carlos Bezerra Jr. (PSDB). Segundo os argumentos do projeto, a intenção é evitar o chamado “sommelier de vacina” na cidade

O texto prevê que “aquele que for retirado do cronograma de vacinação por recusa do imunizante será incluído novamente na programação após o término da vacinação dos demais grupos previamente estabelecidos”.
Assim, quem se recusar a tomar a vacina deverá assinar um termo de responsabilidade, informando a recusa, que será anexado ao cadastro do paciente na rede de saúde para que a pessoa não consiga se vacinar em nenhum outro posto.
Apenas gestantes, puérperas e pessoas com comorbidades comprovadas por recomendação médica não serão afetados pela lei. Os inscritos na “xepa” devem seguir as regras.

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A Anvisa recomendou na segunda-feira (10/5) a suspensão imediata do uso da vacina Covid da AstraZeneca/Fiocruz em mulheres gestantes. A orientação está em Nota Técnica emitida pela Agência.

A orientação da Anvisa é que a indicação da bula da vacina da AstraZeneca seja seguida pelo Programa Nacional de Imunização (PNI). Esta recomendação é resultado do monitoramento de eventos adversos feito de forma constante sobre as vacinas contra Covid em uso no país.

O uso off label de vacinas, ou seja, em situações não previstas na bula, só deve ser feito mediante avaliação individual por um profissional de saúde que considere os riscos e benefícios da vacina para a paciente. A bula atual da vacina contra Covid da AstraZeneca não recomenda o uso da vacina por gestantes sem orientação médica.

Após recomendação da Anvisa, Estados e prefeituras mudam vacinação de grávidas

Agência orientou que uso do imunizante da Astrazeneca nesse grupo seja suspenso imediatamente.
No estado do Rio de Janeiro, houve suspensão total da vacinação de grávidas e também de puérperas (mulheres que acabaram de dar à luz) com qualquer vacina (Astrazeneca, Coronavac ou Pfizer, as três disponíveis no Brasil). Em Aracaju, está suspensa apenas a aplicação da vacina da Astrazeneca a esses grupos.

No Estado de São Paulo, a vacinação de grávidas com comorbidades começaria nesta terça-feira (11), foi suspensa.

Fontes: ANVISA e G1

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